Por impossibilidade de cumprir com os requisitos exigidos para escolher o modelo de estatutos com nomeação simultânea de órgãos sociais, a saber que teriam de estar presentes para constituir a associação tantos associados quantos os membros dos órgãos nomeados, ou seja, no mínimo nove pessoas (três por cada órgão), os associados fundadores prepararam a seguinte lista de nomeação de órgãos sociais a ser submetida à eleição pela assembleia, ainda que sujeito à confirmação prévia pelo próprio nomeado da aceitação desta nomeação.
Ficam desde já nomeados:
Mesa da Assembleia Geral
Presidente: Sérgio Soares (#)
Secretário: Paula Prata (*)
Secretário: Paula Rodrigues (*)
Direcção
Presidente: Luisa Pinto (#)
Director: Gabriela Sousa (#)
Director: Sandra Fernandes (*)
Conselho Fiscal
Presidente: Paulino Silva (#)
Conselheiro: Paulo Lourosa (#)
Conselheiro: António Paraíso (*)
(*) convite em curso
(#) convite aceite
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
segunda-feira, 30 de dezembro de 2019
ESTATUTOS | documento oficial de registo
transcrição do documento oficial de registo do acto constitutivo e estatutos do Club
/****** FOLHA 1 *************************/
IRN
Conservatória do Registo Comercial da Maia
Travessa Adjacente à Rua Augusto Martins, 42, r/c tras.
4470 146 Maia
Tel.:229477650
Email: prediaI2.maiairn.mj.pt
Relativamente à certidão requisitada sob o nº 1048/2019
CERTIFICO
que o presente documento contendo cinco folhas incluindo esta,
reproduz, em conformidade com o original, o acto constitutivo e
estatutos, tudo respeitante à Associação "MINDWHISPER - CLUB"
NIPC nº 515795011.
Todas as folhas vão numeradas, rubricadas e autenticadas com o selo
branco exclusivo desta repartição.
Conservatória do Registo Predial/Comercial Maia , 2019-12-30
15:27
O Oficial de Registos, .
José Pedro David Ferreira
(José Pedro David Ferreira)
/****** FOLHA 2 *************************/
Constituição de Associação
Primeiro: FRANCISCO FERNANDO PINTO GONÇALVES, divorciado, natural
da freguesia de Massarelos (extinta), concelho de Porto, residente em Rua dos
Abraços, Bloco 12, casa 23, Porto, contribuinte n" 149621850.
Segundo: JULIANA PATRlCIA BARBOSA DE CASTRO OLIVEIRA, casada,
natural da freguesia de Lever (extinta), concelho de Vila Nova de Gaia, residente
em Rua Fernando Namora, Número 234, 2° dto frt., Maia, contribuinte n°
207696039.
Que constituem uma Associação que se regerá pelo disposto nos artigos
seguintes:
Artigo 1.°
Denominação, sede e duração
1. A associação, sem fins lucrativos, adota a denominação MINDWHISPER -
CLUB , e tem a sede na Rua João Maia, Número 29, Maia, freguesia de Castêlo
da Maia , concelho de Maia e constitui-se por vinte e um anos.
2. A associação tem o número de pessoa coletiva 515795011 e o número de
identificação na segurança social 25157950112.
Artigo 2.º
Fim
A associação tem como fim Organização de congressos, colóquios, conferências,
seminários, cursos e outras manifestações de natureza cientifica, cultural,
educativa ou técnica.
/****** FOLHA 3 *************************/
Artigo 3.°
Receitas
Constituem receitas da associação, designadamente:
a) a joia inicial paga pelos sócios;
b) o produto das quotizações fixadas pela assembleia geral;
c) os rendimentos dos bens próprios da associação e as receitas das atividades
sociais;
d) as liberalidades aceites pela associação;
e) os subsídios que lhe sejam atribuídos.
Artigo 4.°
Órgãos
1. São órgãos da associação a assembleia geral, a direção e o conselho fiscal.
2. O mandato dos titulares dos órgãos sociais é de 4 ano(s).
Artigo 5.°
Assembleia geral
1. A assembleia geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos
seus direitos.
2. A competência da assembleia geral e a forma do seu funcionamento são os
estabelecidos no Código Civil, designadamente no artigo 170°, e nos artigos 172°
a 179°.
/****** FOLHA 4 *************************/
3. A mesa da assembleia geral é composta por três associados, um presidente e
dois secretários, competindo-lhes dirigir as reuniões da assembleia e lavrar as
respetivas atas.
Artigo 6.º
Direção
1. A direção, eleita em assembleia geral, é composta por 3 associados.
2. À direção compete a gerência social, administrativa e financeira da associação,
representar a associação em juízo e fora dele.
3. A forma do seu funcionamento é a estabelecida no artigo 171º do Código Civil.
4. A associação obriga-se com a intervenção de duas assinaturas.
Artigo 7.º
Conselho Fiscal
1. O conselho fiscal, eleito em assembleia geral, é composto por 3 associados.
2. Ao conselho fiscal compete fiscalizar os atos administrativos e financeiros da
direção, fiscalizar as suas contas e relatórios, e dar parecer sobre os atos que
impliquem aumento das despesas ou diminuição das receitas.
3. A forma do seu funcionamento é a estabelecida no artigo 171º do Código Civil.
Artigo 8.º
Admissão e exclusão
/****** FOLHA 5 *************************/
As condições de admissão e exclusão dos associados, suas categorias, direitos e
obrigações, constarão de regulamento a aprovar pela assembleia geral.
Artigo 9.º
Extinção. Destino dos bens.
Extinta a associação, o destino dos bens que integrarem o património social, que
não estejam afetados a fim determinado e que não lhe tenham sido doados ou
deixados com algum encargo, será objeto de deliberação dos associados.
Os associados declaram ter sido informados de que devem proceder à entrega da
declaração de início de atividade para efeitos fiscais, no prazo legal de 90 dias.
Aos 30 dias do mês de Dezembro de 2019
Francisco Gonçalves
Juliana Castro Oliveira
Reconheço as assinaturas supra de Francisco Fernando Pinto Gonçalves e de
Juliana Patricia Barbosa de Castro Oliveira, feitas na minha presença pelos
próprios, cujas identidades verifiquei por exibição dos CCn. 03984078 válido até
02.01.2022 e 12987396, tendo sido informados que devem requerer o registo de
beneficiário efetivo no prazo máximo de um mês a contar da data de hoje.
Maia, aos 30 de dezembro de 2019
O Oficial de Registos,
José Pedro David Ferreira
(José Pedro David Ferreira)
Artigo 3.°
Receitas
Constituem receitas da associação, designadamente:
a) a joia inicial paga pelos sócios;
b) o produto das quotizações fixadas pela assembleia geral;
c) os rendimentos dos bens próprios da associação e as receitas das atividades
sociais;
d) as liberalidades aceites pela associação;
e) os subsídios que lhe sejam atribuídos.
Artigo 4.°
Órgãos
1. São órgãos da associação a assembleia geral, a direção e o conselho fiscal.
2. O mandato dos titulares dos órgãos sociais é de 4 ano(s).
Artigo 5.°
Assembleia geral
1. A assembleia geral é constituída por todos os associados no pleno gozo dos
seus direitos.
2. A competência da assembleia geral e a forma do seu funcionamento são os
estabelecidos no Código Civil, designadamente no artigo 170°, e nos artigos 172°
a 179°.
/****** FOLHA 4 *************************/
3. A mesa da assembleia geral é composta por três associados, um presidente e
dois secretários, competindo-lhes dirigir as reuniões da assembleia e lavrar as
respetivas atas.
Artigo 6.º
Direção
1. A direção, eleita em assembleia geral, é composta por 3 associados.
2. À direção compete a gerência social, administrativa e financeira da associação,
representar a associação em juízo e fora dele.
3. A forma do seu funcionamento é a estabelecida no artigo 171º do Código Civil.
4. A associação obriga-se com a intervenção de duas assinaturas.
Artigo 7.º
Conselho Fiscal
1. O conselho fiscal, eleito em assembleia geral, é composto por 3 associados.
2. Ao conselho fiscal compete fiscalizar os atos administrativos e financeiros da
direção, fiscalizar as suas contas e relatórios, e dar parecer sobre os atos que
impliquem aumento das despesas ou diminuição das receitas.
3. A forma do seu funcionamento é a estabelecida no artigo 171º do Código Civil.
Artigo 8.º
Admissão e exclusão
/****** FOLHA 5 *************************/
As condições de admissão e exclusão dos associados, suas categorias, direitos e
obrigações, constarão de regulamento a aprovar pela assembleia geral.
Artigo 9.º
Extinção. Destino dos bens.
Extinta a associação, o destino dos bens que integrarem o património social, que
não estejam afetados a fim determinado e que não lhe tenham sido doados ou
deixados com algum encargo, será objeto de deliberação dos associados.
Os associados declaram ter sido informados de que devem proceder à entrega da
declaração de início de atividade para efeitos fiscais, no prazo legal de 90 dias.
Aos 30 dias do mês de Dezembro de 2019
Francisco Gonçalves
Juliana Castro Oliveira
Reconheço as assinaturas supra de Francisco Fernando Pinto Gonçalves e de
Juliana Patricia Barbosa de Castro Oliveira, feitas na minha presença pelos
próprios, cujas identidades verifiquei por exibição dos CCn. 03984078 válido até
02.01.2022 e 12987396, tendo sido informados que devem requerer o registo de
beneficiário efetivo no prazo máximo de um mês a contar da data de hoje.
Maia, aos 30 de dezembro de 2019
O Oficial de Registos,
José Pedro David Ferreira
(José Pedro David Ferreira)
domingo, 29 de dezembro de 2019
Our Inspiration | IN MEMORIAM
FACE VALUE
The Portuguese professor
How following the latest management trends can, sometimes,
turn into a sure-fire way to make money
The Economist; May 11, 1996
In 1984 Belmiro de Azevedo almost gave up business to become
one of Portugal's first management professors. Instead he stayed at Sonae, then
a small family firm making laminates and other bits of joinery. Since then,
Sonae's turnover has increased 25-fold, to 357 billion escudos ($2.5 billion)
and its net profits 40-fold to 12.9 billion escudos, making it the
second-largest quoted firm in Portugal. Yet Mr de Azevedo sometimes still has
second thoughts.
Although it is hard to imagine Mr de Azevedo, an engineer
with an autocratic manner, staying in an ivory tower for long, his fondness for
management theory is not a pose. Few bosses would admit that their success came
from others' ideas. However, ever since he bought a teach-yourself book on
cost-accounting in the 1960s, Mr de Azevedo has steered Sonae by studying new
foreign ideas and applying them at home. He makes a point of surrounding
himself with cohorts of thrusting young MBAs (most of his top managers are in
their early 30s). As he says, with a faint smile, "it is as if I were the
dean of a business school."
Sonae's success comes from being just a bit more modern than
the rest of corporate Portugal. Take, for instance, its biggest business,
retailing, which accounted for over three-quarters of its sales in 1994. In the
mid-1980s Mr de Azevedo, then mainly a wood-chip merchant, sought out Promodes,
a French hypermarket chain. Advised by the French firm, Sonae opened its first
hypermarket in 1986. Now it is Portugal's biggest retailer, with 10% of the
market; and Mr de Azevedo is developing a Portuguese version of America's
"speciality stores" - small chains offering goods such as menswear,
designed for shopping malls.
Another division of Sonae, Pargeste, looks at first sight to
be a ragbag: it includes a construction company and a firm that freezes
vegetables. Many of these businesses have some synergy with Sonae's retailing
arm (a supermarket chain sells lots of frozen vegetables). However, the real
point of Pargeste is to use foreign know-how to chisel a way into new markets.
Most of the Pargeste companies are joint-ventures with foreign partners,
operating in markets where other Portuguese firms are small and old-fashioned.
Acting as a sort of cultural arbitrager sounds easy. But Mr
de Azevedo claims that it requires detailed study. He imports ideas only after
he has sat through enough case-studies to crease an American MBA student's
chinos. For other business people events such as the World Economic Forum in
Davos are an occasional refreshing break; For Mr Azevedo they are an annual
necessity. Most years he spends a few weeks at an American business school; his
most recent outing was a course on global strategy at the University of
California in Los Angeles.
Mr de Azevedo insists that his managers take the same
interest. He moves them around the different parts of Sonae as if they were switching
classes at a business school. Most are expected to brush up on organisational
theory at a real college too. Each year Mr de Azevedo names business books that
managers are expected to read: one recent example was "Competing For the
Future", by Gary Hamel and C.K. Prahalad (Harvard Business School Press,
1994).
The notion of coming home from a hard day being bossed
around by Mr de Azevedo to an evening snuggled up with Messrs Hamel and
Prahalad would surely strike even talented managers as hell. So why do Sonae's
"students" put up with it? One reason is that, although their teacher
tells them to study such new ideas, he does not insist that they follow them:
"We never take more than 10-20% of any new fashion," says Mr de
Azevedo, "but we always take something." Another is that it seems to
work. Any system that has turned a carpenter's son into Portugal's most
powerful businessman must have something going for it.
Management theory: a licence to print
money?
Now Mr de Azevedo's system faces two challenges. First,
Portugal is looking less of a special situation. As the economy opens up, more
foreign firms (led by managers who have read the same books as Mr de Azevedo)
are arriving. Within a couple of years, Portugal will be well stocked with
hypermarkets; within four there will be enough shopping malls. Second, having
outgrown its domestic market, Sonae is pushing abroad. Its wood division, which
Sonae has partly floated on the Portuguese bolsa (stock exchange), is now based
in Madrid. It has also pushed into retailing and wood-products in Brazil.
In Brazil, where there is a growing middle class, Sonae's
hypermarkets may once again seem new. Mr de Azevedo talks of turnover there
doubling to $1 billion by 1998. But Brazil's bureaucrats are a notoriously awkward
bunch, and Sonae will not have the market to itself: France's Carrefour and
America's Wal-Mart, two of the world's biggest retailers, are competitors.
Yet Sonae has shown a few signs that it can come up with
ideas of its own. It was a pioneer in introducing store credit cards, which
give shoppers a special discount, and in developing a smaller hypermarket
format. However, the group still looks too much like one of those old-style
diversified conglomerates loathed by the management gurus who worship "core
competences". Sonae may go part of the way in their direction by selling
its wood business. But the real-life exam for Mr. de Azevedo's students is just
starting.
Copyright: The Economist Newspaper
Limited
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
DOCUMENTOS INSTITUCIONAIS
- Cartão da Empresa/Pessoa Coletiva | MINDWHISPER - CLUB | 515795011
O Cartão é disponibilizado em formato eletrónico, podendo ser visualizado no sítio Portal da Empresa, através da introdução do seguinte código de acesso 8641-4887-4443.
Este código substitui para todos os efeitos o cartão físico e pode ser entregue a qualquer entidade pública ou privada.
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